Planalto Norte apresenta cartilha Voz Única para candidatos da região

Nesta quinta-feira, 20/9, foi a vez dos candidatos da região Planalto Norte conhecerem a cartilha Voz Única 2018.

O documento, que tem mais de 700 demandas do setor produtivo, traz um resumo das opiniões de 80 mil empresários filiados às entidades que fazem parte da federação. O evento contou com a presença de empresários das associações empresariais de toda a região.

O presidente da Federação, Jonny Zulauf ressaltou a importância do documento para o Estado. “Levantamos o que Santa Catarina precisa na visão do empresariado, mas que se traduz a visão da sociedade como um todo, pois as demandas existentes neste documento são anseios de todos os cidadãos que querem ver o nosso estado crescer ainda mais”.

Para o presidente da Associação Empresarial de São Bento do Sul, Jonathan Roger Linzmeyer, independente da responsabilidade que temos como cidadãos, na política temos que nos envolver cada vez mais e os empresários tem que se mostrar presentes, cobrar e pedir o que acreditam ser importante para o desenvolvimento socioeconômico. “Algumas coisas não deveríamos cobrar, mas como nem sempre acontecem precisamos sim acompanhar de perto”, destacou Jonathan.

O vice-presidente regional para o Planalto Norte, Altair Ruthes, apresentou os dados da regional e destacou que a cartilha não é apenas um papel para ser guardado na gaveta mas um produto da sociedade que está representada pelas ACIs para que consigamos fazer uma mudança. “Esta é a hora da mudança e a cartilha vem para provar o que queremos para o estado e o país”, destacou.

Prioridades do Planalto Norte

As associações empresariais de Campo Alegre, São Bento do Sul, Rio Negrinho, Mafra, Itaiópolis, Canoinhas, Irineópolis, Porto União apresentaram 46 reivindicações. A infraestrutura continua sendo o carro-chefe, com 43,5% as solicitações.

As associações destacaram entre os itens, cinco prioridades:

  1. Realizar projeto e execução para eliminação dos pontos críticos e inclusão de terceiras faixas na BR 280 trecho entre São Bento do Sul e Porto União.
  2. Revitalizar as rodovias: – SC 110 e da ponte entre Campo Alegre (SC) e Tijucas do Sul (PR); – SC 112 no trecho entre Rio Negrinho e Itaiópolis; – SC 120; – SC 340; – SC 350 ; – SC 418 no trecho entre São Bento do Sul e Pirabeiraba; – SC 419 no trecho entre a BR 116 (Itaiópolis e Paraguaçu) e o entroncamento com a SC 477; – SC 477 no trecho entre o entroncamento da BR 116 (Major Vieira) e Canoinhas.
  3. Replanejar a gestão pública para melhoria na aplicação dos recursos, redução de estruturas, desburocratização e eficiência pública.
  4. Agilizar a construção da Penitenciária Industrial na cidade de São Bento do Sul e garantir uma estrutura sustentável e dentro das normas de segurança e de direitos humanos.
  5. Construir plano vocacional dos estabelecimentos hospitalares das regiões norte e nordeste, por meio de comissão específica, multidisciplinar e multisetorial.

 

Conheça o documento completo com as demandas da Serra Catarinense em: https://www.vozunica.org.br/planaltonorte

 

Demandas das Mulheres e Jovens Empresários

O vice presidente regional do Cejesc, Tiago Zimmermann,  apresentou as demandas dos jovens empreendedores. O Conselho do Jovem Empreendedor de SC pede a simplificação para a abertura de empresas e a criação de lei que isente as MPEs de impostos nos dois primeiros anos, o estímulo ao empreendedorismo através de incubadoras e o desenvolvimento de um programa de capacitação e educação empreendedora.

A representante do CEME, Cecília D. Montagna, destacou a disparidade salarial em Santa Catarina e a inclusão do empreendedorismo na grade curricular das escolas catarinenses.

Documento Voz Única

A Facisc apurou 702 demandas dos empresários, nos setores de infraestrutura, gestão pública, questões tributárias, segurança, educação, saúde, entre outros. “O documento apresenta os pleitos em cada área, e quais setores são mais preocupantes na visão dos empresários”, destaca Zulauf. A infraestrutura é um dos maiores destaques. Foram 331 pedidos feitos de melhorias na área, com foco nas rodovias que cruzam Santa Catarina. “Precisamos mais atenção de cada um dos eleitos a esses pontos apresentados”.

O segundo maior destaque é a gestão pública. Ao todo, foram apontadas 95 demandas nesse setor, com foco principalmente em políticas públicas e gestão da máquina do governo. No terceiro e no quarto lugar aparecem questões tributárias e a segurança pública, respectivamente. Sobre os tributos, destaca-se a necessidade de foco na estrutura tributária e na distribuição de recursos federais para o Estado.

Ao assumir o compromisso com o Voz Única, a Facisc dialoga com a sociedade e apresenta além das principais demandas, a partir da ótica empresarial, meios de implementação e uma ação colaborativa cujo principal propósito é o desenvolvimento sustentável dos negócios e municípios catarinenses.

Desta forma a entidade contribui em essência com as metas do ODS 16 que destacam as instituições transparentes, o combate a corrupção, entre outros importantes assuntos que permeiam os negócios e a sociedade.

Os 17 ODS– Objetivos de Desenvolvimento Sustentável representam o meio de implementação da Agenda 2030 e demandam uma articulação entre todos os setores.

Câmaras Técnicas do DEL discutem projetos para o desenvolvimento de Rio Negrinho

A reunião mensal do Conselho Superior do DEL (programa de Desenvolvimento Econômico Local) contou com a apresentação dos trabalhos das Câmaras Técnicas da Desburocratização e do Agronegócio. O DEL é formado por 30 entidades de Rio Negrinho e tem o propósito de definir ações de curto, médio e longo prazo para o desenvolvimento da cidade.

A abertura da reunião foi feita pela presidente da Acirne (Associação Empresarial) Eliete Adriani da Cruz, que agradeceu a presença dos conselheiros e destacou a importância da união em prol de projetos que visam o desenvolvimento coletivo da cidade. O prefeito Julio Ronconi igualmente ressaltou o empenho de conselheiros e membros das câmaras técnicas, que estão se doando pela cidade. “Esse envolvimento de todos é fundamental para que Rio Negrinho se desenvolva. As pessoas estão participando, contribuindo para nossa cidade. Quem ganha com tudo isso é cada cidadão”, frisou ele.

Dorneles Simões de Oliveira, da Câmara Técnica da Desburocratização, apresentou aos conselheiros os projetos em discussão dentro da Câmara, como a desburocratização de setores como Cartório, Prefeitura, Cemitério, e órgãos de segurança como Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar. “Estamos buscando forma de agilizar processos. Um levantamento que fizemos mostrou que há cidades no Brasil, como Uberlândia (MG), onde leva-se 30 dias para se abrir uma empresa, enquanto outras, como Caxias do Sul (RS), que leva-se 300”, enumerou ele. Segundo Dorneles, integrantes da Câmara Técnica já estudam formas de apresentar propostas para agilizar processos, sem tirar responsabilidades.

Em seguida, o veterinário Jackson Baia Lopes apresentou as ações que estão sendo discutidas dentro da Câmara Técnica do Agronegócio. Ele citou os projetos de se criar uma Feira do Agronegócio, Pirólise, Legislação para ocupação de terras rurais, créditos de carbono, a criação de uma escola rural, e ainda a atração de empresas do ramo cerealista e do agronegócio para Rio Negrinho.

O que é o DEL

O Programa de Desenvolvimento Econômico Local – DEL, desenvolvido pela FACISC (Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina), em parceria com Prefeitura de Rio Negrinho, Associação Empresarial (Acirne) e Câmara de Vereadores, institui um modelo de gestão capaz de contribuir para o desenvolvimento da região, garantindo a continuidade dos projetos de interesse da comunidade, em prol do desenvolvimento econômico sustentável do município.

No DEL, parceiros públicos, o setor empresarial e atores não governamentais trabalham coletivamente para melhorar as condições de crescimento econômico e da geração de emprego. O município é replanejado com projeção de 20 anos à frente, da adequação das leis à análise econômica.

O DEL ainda cria uma plataforma de diálogo entre parceiros públicos, setor empresarial e atores não governamentais. Os resultados desse envolvimento são reflexo de um trabalho coletivo e colaborativo, aparecendo na forma do desenvolvimento local e sustentável.

Prefeitura de Rio Negrinho

Energia elétrica paga pela indústria está entre as mais caras do mundo

A tarifa média de energia elétrica paga pela indústria brasileira é 127,3% superior à paga pelo setor nos Estados Unidos, 94,9% maior que a do Canadá e 9% acima da Alemanha, mostra estudo da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), apresentado nesta terça-feira (4), durante reunião da Câmara de Assuntos de Energia da entidade, que foi transmitida por videoconferência para Chapecó. Encargos e outros componentes imputados ao setor elétrico contribuem significativamente para o custo elevado da tarifa brasileira. A tarifa média industrial do Brasil acumula uma variação de 85,8% no período 2008 a 2017, patamar acima da inflação registrada pelo índice IPCA-IBGE, que foi de 71,5%. No encontro, o presidente da entidade, Mario Cezar de Aguiar, entregou o estudo para o presidente da Celesc, Cleverson Siewert.

Um dos encargos que mais pesa na tarifa é a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que financia projetos como o de universalização dos serviços de energia elétrica e subvenção aos consumidores de baixa renda, programas como o Luz para Todos e o pagamento de indenizações a empresas e compra de parte do combustível usado pelas termoelétricas. Os estados do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste pagam 4,5 vezes mais CDE  que as regiões Norte e Nordeste. O trabalho comparou o custo da chamada CDE de USO (que paga subsídios como a geração incentivada) estabelecida para a Celesc para o ciclo tarifário 2018, calculado em R$ 882,3 milhões por ano, com a distribuidora Coelba, da Bahia, estabelecido em R$ 168,1 milhões por ano. “É uma diferença de R$ 714,2 milhões por ano que reflete uma discrepância regional de 424,9% no componente da tarifa. Não há uma justificativa técnica para manutenção desse subsídio. Os consumidores não podem ser discriminados por região, pois o sistema elétrico nacional é interligado. Há espaço para nossos representantes no Congresso Nacional atuarem na legislação do setor elétrico para reduzir os encargos e demais componentes. Só assim alcançaremos a modicidade tarifária”, avalia o presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar.

O trabalho destaca ainda que além da CDE, há outros componentes tarifários que impactam nos custos do setor elétrico e são repassados aos consumidores. Entre eles estão: as cotas e encargos do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas (Proinfa); Encargos Serviços de Sistema (ESS) e Energia de Reserva (EER); cotas da lei 12.783/2013, que definiu os critérios e condições para a prorrogação das concessões de geração hidrelétrica (as novas tarifas para 2018 registraram variação de 63,6%); cotas de energia de Angra I e Angra II, que são rateadas entre todas as distribuidoras que integram o Sistema Interligado Nacional e que em 2018 tiveram alta de 7,4%, além das cotas de energia de Itaipu, que aumentaram 22,3% neste ano puxadas pela alta do dólar.

“É um trabalho que já fazemos há alguns anos e estamos atualizando. O estudo faz uma análise detalhada da composição da tarifa para termos condições de contribuir perante os parlamentares e entidades de regulação como a Aneel no sentido de se conseguir corrigir distorções e sempre em busca da modicidade tarifária”, disse o presidente da Câmara, Otmar Muller, lembrando que o levantamento da Federação já leva em conta a revisão tarifária de agosto.

A Celesc Distribuição ocupa a 10ª posição no ranking de tarifas médias para a indústria dentre as 40 principais distribuidoras selecionadas para o estudo com base em dados de 2017. O preço final da energia elétrica industrial da concessionária catarinense com impostos cobrados no ambiente de contratação regulado (ACR) corresponde à R$ 596,63/MWh, valor 9,9% superior à tarifa média brasileira de R$ 543,12/MWh. Os impostos referentes à PIS/COFINS/ICMS computados na tarifa industrial da Celesc em 2017 correspondem a 42,3%, patamar superior ao percentual de impostos embutidos na tarifa média industrial nacional que corresponde a 36,8%.

Na maioria dos países avaliados pelo estudo, a carga de impostos sobre a energia elétrica para consumo industrial é muito baixa ou nula, como na Hungria (10%), Polônia (7%), Espanha (5%), Estados Unidos (5%), Turquia (4%), Reino Unido (4%), Japão (2%), Nova Zelândia (0%), Irlanda (0%) e Noruega (0%).

Reajuste de agosto: Em 22 de agosto entrou em vigor reajuste de 15,05% no preço da energia elétrica para a indústria catarinense. O percentual é superior ao índice de inflação de 4,48%, apurado pelo IPCA-IBGE nos últimos 12 meses. O expressivo aumento na tarifa foi provocado principalmente pela variação de 8,49% registrada na chamada Parcela A, gerenciada pela Aneel, que corresponde à soma dos componentes tarifários como encargos setoriais, custos de transmissão, custos de aquisição de energia e receitas irrecuperáveis. O estudo ressalta que os custos relacionados à Parcela B, gerenciados pela Celesc, aumentaram 1,86%, representando uma variação inferior ao índice de inflação IPCA-IBGE de 4,48% acumulada nos últimos 12 meses. Os custos de distribuição da Celesc participam com apenas 0,37% na composição do reajuste de 13,86%, que foi o valor médio do reajuste para os consumidores industriais, comerciais e residenciais.

O presidente da Celesc, Cleverson Siewert, afirmou que o mercado de energia é complexo e dinâmico, com muitos desafios. “A revisão tarifária acontece anualmente visando o equilíbrio econômico financeiro do contrato de concessão como qualquer outro tipo de contrato que tem seus custos reavaliados”, explicou, lembrando que o reajuste é definido pela Aneel com base em uma série de indicadores de custo das distribuidoras. Ele salientou ainda que a parcela A, que engloba os custos não gerenciados pela distribuidora, representou 97% do reajuste. “Ou seja, eu simplesmente arrecado e repasso para as empresas que compõem o sistema. E aqui estou falando de geração, transmissão, impostos e encargos. Eu não gerencio isso”, disse. A Celesc apresenta um dos menores custos unitários (R$/MWh) na Parcela B e também o menor índice de perdas não técnicas entre as distribuidoras brasileiras, fatos que contribuem para o crescimento de seus custos abaixo da inflação.

Mercado livre: O estudo mostra ainda que de 2008 a 2017 houve migração de consumidores industriais do mercado cativo regulado para o mercado livre de energia elétrica, principalmente a partir de 2015, quando foi registrado expressivo aumento nas tarifas médias do mercado cativo para fornecimentos à indústria. De 2008 a 2017, a Copel, do Paraná, teve redução de 51,9% no fornecimento à indústria, a Celesc, de 52,6%, e a Cemig, de Minas Gerais, de 53,3%.

Mercado de gás: Na reunião, o gerente-geral de comercialização de gás natural e GNL da Petrobras, Álvaro Ferreira Tupiassú, destacou que o contrato de gás com a Bolívia acaba em dezembro de 2019 (o Gasbol, que atende SC). “Mas, na verdade, ele não é um contrato de prazo e sim de volume de energia. Então, o contrato vai se estendendo até que o volume de gás contratado seja inteiramente retirado. Por parte da YPFB, estatal petrolífera da Bolívia, há o compromisso de entrega e por parte da Petrobras o compromisso de compra”, disse. Segundo ele, com o saldo que ainda existe, o contrato se estenderia até 2022 ou 2023 numa situação normal. “No entanto, hoje a YPFB não tem conseguido honrar com cem por centro das entregas. O contrato nos dá o direito de programar até 30 milhões de metros cúbicos de gás na fronteira, mas está passando 23 milhões de metros cúbicos. É uma falha recorrente que se iniciou no ano passado e nesse ano se intensificou e se estruturou. Achamos que isso vai permanecer ou piorar porque não foram realizados os investimentos no ritmo necessário em relação à exploração e produção na Bolívia”, explicou. Apesar dessa situação, Álvaro ressaltou que a Petrobras tem cumprido cem por cento do contrato com seus clientes brasileiros e não tem sinalização de renegociar redução de volumes do insumo.

Ainda na reunião, o diretor técnico comercial da SCGás, Rafael Longo, destacou que cinco concessionárias de distribuição de gás natural canalizado que atuam nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, entre elas a SCGás, lançaram chamada pública para a compra de gás natural. A decisão pela aquisição conjunta foi tomada após estudos promovidos por consultoria contratada pela Mitsui Gás e Energia do Brasil indicarem que a iniciativa seria favorável ao mercado, levando em conta o fato de que todas as distribuidoras são atendidas pelo Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol).

 

Fonte: Fiesc

Rio Negrinho terá sala de apoio aos empreendedores

Nas próximas semanas, inaugura em Rio Negrinho a Sala do Empreendedor, uma ação da Prefeitura de Rio Negrinho com apoio do Sebrae. Nesta segunda-feira, ocorreu a assinatura do termo de acordo entre as duas entidades, e servidores públicos já passam por capacitação para o atendimento ao público. Espaço terá a função de auxiliar àqueles que desejam ter seu próprio negócio.

Durante o ato, o prefeito Julio Ronconi ressaltou a importância do espaço, que permitirá que àqueles que queiram abrir seu próprio negócio tenham as orientações corretas, para que o novo empreendimento prospere. “Se a gente gerar um emprego para cada novo microempreendedor individual, nós teremos 1.190 novos postos de trabalho formal por ano”, ressaltou ele, levando em conta o número de novos MEIs que são abertos em Rio Negrinho, em média, a cada ano.

Conforme Leandro Liberato dos Santos, secretário de Desenvolvimento Econômico, o objetivo é ver novas empresas abertas no município. “Estamos trabalhando para fortalecer nossa economia, atrair novas empresas e permitir o crescimento das já instaladas. E a Sala do Empreendedor vem neste encontro, ao contribuir com informações e desburocratizar o sistema”, frisa ele.

O ato contou ainda com a presença da presidente da Acirne (Associação Empresarial) Eliete Adriani da Cruz, e do vereador Willian Righetto. “Muitos nos procuram e uma das questões é um local onde as pessoas possam conseguir ajuda, orientações, antes de abrir seus negócios. Então este espaço será fundamental”, reconheceu o vereador. “Quero parabenizar a Prefeitura pela iniciativa. Acredito que precisamos de ações assim para fomentar o desenvolvimento de Rio Negrinho”, destacou a empresária.

No local, que deve ser inaugurado oficialmente nos próximos dias, haverá pessoal treinado, que vem passando por capacitação com o Sebrae.

Serviços disponíveis:

– Informações para a abertura de empresas

– Formalização de microempreendedores individuais (MEI)

– Auxílio na impressão da guia DAS do microempreendedor individual

– Auxílio na elaboração da declaração do MEI

– Apoio, divulgação e incentivo para a participação das micro e pequenas empresas do município nas compras governamentais

– Orientação e auxílio na parte burocrática e documental para processos licitatórios

– Cursos, capacitações e consultorias

– Dentre outros serviços de apoio e suporte aos pequenos negócios.

Fonte: Prefeitura Rio Negrinho

FACISC fará Roadshow para entrega de cartilha VOZ ÚNICA a candidatos no Estado

As eleições se aproximam e para dar continuidade aos propósitos do Programa Voz Única a Facisc dará início a mais uma importante etapa do projeto percorrendo o estado, promovendo encontros regionais com candidatos para apresentar tudo o que foi levantado e priorizado no diagnóstico inicial.

A Federação inicia no dia 13 de setembro, em Florianópolis, o Roadshow do Programa Voz Única com uma série de eventos nas principais regiões de Santa Catarina através da mobilização das Associações Empresariais e empresas associadas ao Sistema, onde será apresentada e entregue a Cartilha Voz Única 2018 aos candidatos políticos.

A cartilha incentiva o voto como ferramenta de mudança e expõe o que o estado precisa para se desenvolver, sendo que cada região recebe destaque especial no documento que mostra o perfil regional e as prioridades elencadas para o Programa Voz Única.

“O Voz Única é um instrumento de fortalecimento da democracia, onde nós conseguimos levantar e expor, na visão empresarial, o que o nosso estado precisa para continuar se desenvolvendo, sempre priorizando o crescimento sustentável e a geração de emprego e renda”, ressalta o presidente Jonny Zulauf.

As inscrições serão limitadas e gratuitas. Para participar basta acessar https://www.vozunica.org.br/roadshow para conhecer as datas e as cidades que receberão os eventos e fazer a inscrição.

 

SÃO BENTO DO SUL
Hotel Serra Alta
Data: 20/09
Horário: 8h às 10h
Parque 23 de Setembro – Rua Paulo Müler, 250 – Centro.

 

Fonte: Facisc

Edital de abertura para processo seletivo Conselho da Comunidade

A Presidente do Conselho da Comunidade, Eliete Adriani da Cruz, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto Social, torna pública a realização de Processo Seletivo Simplificado, que será regido pelas normas estabelecidas no Edital, para a contratação de um profissional de Psicologia, bem como um estagiário de graduação na área de Direito, para atuarem junto ao Conselho da Comunidade da Comarca de Rio Negrinho.

 

As inscrições serão recebidas exclusivamente pelo e-mail [email protected], do dia 31 de agosto ao dia 10 de setembro de 2018, devendo ser observadas as condições para a inscrição. Não serão aceitas inscrições fora de prazo e horário. A inscrição do candidato implicará o conhecimento prévio e a tácita aceitação das presentes instruções e normas estabelecidas neste Edital. As inscrições serão gratuitas por não haver despesas decorrentes do processo seletivo.

 

O candidato deverá preencher a ficha de inscrições anexo I do Edital, assinar, imprimir, digitalizar, e enviar para o e-mail [email protected], observadas as condições para a inscrição. Cópias do Edital poderão ser obtidas no site www.acirne.org.br ou no painel de Publicações Oficiais da 2ª Vara, do Fórum da Comarca de Rio Negrinho e Universidades Locais.

Inscrições para o Prêmio Klaus Schumacher seguem até o dia 21/10

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Klaus Schumacher, organizado pelo Núcleo de Jovens Empreendedores com o apoio da Associação Empresarial de Rio Negrinho – Acirne.

O prêmio é um reconhecimento a empresa, cuja atuação tanto no próprio setor quanto na sociedade vem servindo de referência pelo empenho, dedicação, visão, empreendedorismo, inovação, aprimoramento e preocupação com a qualidade de vida dos seus colaboradores e do município como um todo. É a oportunidade do reconhecimento de todo um trabalho e do merecido destaque no meio empresarial e na sociedade.

Este ano as inscrições acontecem por meio de um edital disponível no site www.premioks.org.br O objetivo desta mudança foi proporcionar maior transparência, estimulando assim as práticas de gestão. O edital serve também como referência na análise de diversos aspectos para a condução da gestão empresarial e o prêmio engloba cinco categorias independente do tamanho da empresa: inovação (empresa inovadora), atendimento (melhor atendimento), sustentabilidade (melhores práticas sustentáveis), social (melhores práticas sociais) e recursos humanos.

A definição dos vencedores de cada categoria acontecerá através de análise, avaliação e votação de instituições independentes, buscando ainda mais transparência em todo o processo. Conforme a presidente da Acirne, Eliete Adriani da Cruz, o edital serve também como um diagnóstico de gestão. “O documento também nos serve como estímulo para melhorar nossas práticas de gestão e ainda destaca toda a transparência no processo. Parabenizo a todos os integrantes do núcleo de jovens empreendedores que por meses trabalharam na construção deste projeto, que serve como uma autoavaliação em termos de gestão empresarial”, destaca.

As inscrições podem ser realizadas de 30 de agosto a 21 de outubro. A premiação acontece no dia 8 de novembro, às 20h, na Sociedade Musical.

Quem foi Klaus Schumacher

O prêmio Klaus Schumacher foi criado em 2009 em homenagem ao empresário e fundador da Empresa Ceramarte nascido em 13 de novembro de 1925, em Hamburgo, na Alemanha. Em 1956 fundou uma das empresas mais tradicionais do ramo. Faleceu em Curitiba em 03 de julho de 2011 aos 85 anos de idade.

Klaus tinha como suas principais ferramentas o trabalho, criatividade e determinação. Até 1970 a Ceramarte esteve voltado apenas para o mercado interno na produção de canecos para festivais e bailes de chopes e na fabricação de azulejos, e a partir desta data, partiram para a exportação de canecos, garrafas, panelas de cerâmicas, frascos de perfumes, bibelôs e peças decorativas.

Na década de 1990, a Ceramarte atingiu o ápice de sua produção e expansão, chegando a empregar cerca de 1.700 pessoas em 1992. Além do seu talento industrial, Klaus Schumacher teve um papel fundamental na condução e manutenção dos destinos da Associação Hospitalar Rio Negrinho, hoje Fundação Hospitalar Rio Negrinho. Esta entidade denominou “Klaus Schumacher” o seu Banco de Leite Humano. Teve também um papel preponderante na criação do Aero Clube de Rio Negrinho. Com seu espírito arrojado e empreendedor fez uma incursão na montagem de helicópteros. Estava sempre olhando ao redor, procurando algo que podia ser transformado. Muitas vezes, durante viagens, parava na estrada para recolher, em barrancos, amostras de argila para testar novas misturas de massa cerâmica e queimá-las a diferentes temperaturas, só para ver o resultado.

Foi assim que o empresário Klaus Schumacher, investiu quase 30 anos em pesquisas no desenvolvimento de uma massa cerâmica que agregasse diferenciais únicos. Assim conseguiu desenvolver a cerâmica refratária, um feito de enorme importância, de modo que a Ceramarte, empresa de Rio Negrinho, vem ampliando de forma rápida sua participação no mercado nacional e internacional com a linha de cerâmica refratária de mesa, inédita no mundo, com a marca Ceraflame.

Em 2006, nos 50 anos da história da Ceramarte, como reconhecimento a municipalidade de Rio Negrinho entregou a Ordem do Mérito Municipal, e, em novembro de 2009, a Acirne realizou um jantar em homenagem a Klaus Schumacher, instituindo a partir desta data o “Prêmio Klaus Schumacher”.

Inovação, captação de recursos e cases inspiradores no Fórum DEL 2018

O segundo dia do 4º Fórum DEL começou trazendo a inovação como elemento indispensável para o futuro das cidades desenvolvidas.

Vice-presidente de inovação e tecnologia da Facisc e agente do DEL no município de Tijucas, Daniel Luz apresentou no painel Inovação, Tecnologia e módulo DEL o que uma cidade precisa para ser inovadora. “Para transformar nossas cidades precisamos de educação, capacitação, apoio ao empresário, incubadoras, legislação, acabar com a fuga de talentos e conhecimento, trocas de conhecimento, ambiente inovador, incentivos a empresas e a união de todos atores (empresários, entidades, comunidade, poder público e sociedade civil organizada)”, destacou.

Exemplos de boas práticas do Programa DEL em municípios catarinenses foram apresentados no Painel de boas práticas. Prefeito de Schroeder, Osvaldo Jurck, apresentou o projeto Del nas escolas com o concurso de redação sobre o desenvolvimento local e também o projeto que fomenta a expansão industrial para gerar crescimento com desenvolvimento social econômico e empreendedor para o município.

Com localização estratégica, Eloi Mariano, prefeito de Tijucas apresentou as ações realizadas para reduzir o número de moradores de rua com campanhas para reduzir a doação de esmolas e abordagens aos moradores. Também foram apresentadas as campanhas Adote uma praça e Escola vai à ACIT que mobilizam empresários e estudantes para a promoção do desenvolvimento local.

Arroio Trinta também apresentou os projetos realizados para ser reconhecida como um pedaço da Itália no Brasil até 2030, como por exemplo, ser a primeira cidade fora da Itália a implantar o Italiano no currículo escolar.

E os exemplos catarinenses já atraem os olhares de outros estados.  Localizada no estado de São Paulo, a cidade de Leme também começou com o Programa de Desenvolvimento Local em 2017 expos suas primeiras iniciativas no evento.

Captação de recursos para o futuro das cidades

Estar entre as 200 cidades brasileiras com melhor índice de desenvolvimento sustentável até 2037, com esse objetivo Rio Negrinho também realiza o programa DEL e contou no evento como utiliza a captação de recursos a fundo perdido, como por exemplo, o Fundo da Infância e Adolescência (FIA) para levantar recursos e aplica-los em projetos para o desenvolvimento. Também relatou sobre a criação do Fundo de desenvolvimento econômico local que permitiu financiar diversos projetos locais.

Localizada no Extremo Oeste catarinense, Cunha porã também relatou as vantagens das parcerias público-privadas para a concretização de projetos, como por exemplo, o monitoramento por Câmeras de todas as entradas do município.

Tubarão trouxe para o evento o exemplo da criação do Fundo municipal de tubarão utilizado para promover e gerenciar ações e programas destinados a implementar politicas de desenvolvimento sustentável no município definidas pelo Conselho de Desenvolvimento. O objetivo da cidade é  ser uma cidade melhor em SC até 2020.

Desenvolvimento avançado

Pioneiro no Programa DEL, o município de Rolante compartilhou no Fórum as experiências e ações realizadas para a promoção do desenvolvimento Local desde 2015 quando o Programa foi implementado.

Com 43 projetos, Rolante inovou tendo suas ações disponíveis no site da prefeitura e acessíveis a qualquer cidadão. Entre outras ações, a cidade apresentou projetos para a promoção do turismo como a Oferta do turismo de experiência com roteiros ciclísticos e criação de pontos de atendimento. Também foram apresentadas ações de Educação empreendedora ambiental e cooperativa com auxilio da iniciativa privada.

 

Fonte: Facisc

4º Fórum DEL reúne cases de cidades planejadas

Com o objetivo de pensar e discutir o desenvolvimento das cidades em longo prazo, prefeitos, empresários e lideranças de diversos municípios se reuniram nesta quarta (22) no Fórum de Desenvolvimento Econômico Local (DEL).

Realizado no maior parque multitemático da América Latina, o Beto Carrero World, no município de Penha, o Fórum contou com cerca de 150 participantes vindos de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Acre.

Dando as boas vindas a todos, o presidente da Facisc, Jonny Zulauf, destacou o Estado como referência nacional em diversas questões relacionadas à competência e a qualidade. “Temos um Estado que nos orgulha muito em diversas situações e o Del vem para contribuir para e fazer que SC seja um estado ainda melhor”, declarou.

Na oportunidade o presidente apresentou o Programa Voz Única que reúne e informa as demandas de SC do ponto de vista empresarial de forma sistematizada, acompanhando o status dos esforços da classe política para atender essas necessidades.

Os donos da casa recepcionaram os convidados com uma apresentação especial do arqueiro Godoy Coelho que alegrou a plateia com um show de pontaria e precisão. Na sequencia também foi apresentado um pouco da história do caubói herói brasileiro, Beto Carrero, que sempre enalteceu a união como algo essencial em toda causa.

Cidade anfitriã, Penha foi apresentada pelo prefeito, Aquiles José Schneider da Costa, que falou sobre o desafio de transformar Penha em um distrito turístico nos próximos anos enaltecendo a importância e as contribuições do parque para o crescimento da cidade e para que Penha seja um destino.

Os representantes da iniciativa privada e do poder público ouviram ainda os cases das cidades de Braço do Norte e Taió. Apresentada pelo prefeito Roberto Marcelino e pelo presidente da Acivale, Roberto Michels, Braço do Norte mostrou entre outros resultados como conseguiu reduzir em 40% os acidentes de trânsito. Taió foi apresentada pelo prefeito Almir Guski que também mostrou como a cidade vem planejando suas ações para os próximos anos.

A programação do Fórum trouxe ainda informações sobre o projeto “Polícia em pequenas comunidades”, a “Rede de vizinhos” e outras inovações utilizadas pela Polícia Militar para ampliar a proteção dos cidadãos e que foram apresentadas no painel sobre segurança, com o comandante geral da Polícia Militar de SC, coronel Araújo Gomes. “O Del tem ações extremamente estruturantes nas pequenas cidades que se destacam com a capacidade de produzir prosperidade paralela a produção de segurança,”,

O evento também contou com a presença do vice-presidente para o Programa Del, Luiz Angelo Fornara, da vice-presidente de turismo, Ciça Müller e do vice-presidente de inovação e tecnologia, Daniel Correia Luz.

O Fórum continua nesta quinta-feira (23) e é uma realização da Facisc e conta com o apoio da União Europeia por meio do programa de cooperação Al Invest 5.0, gerenciado pela Câmara de Indústria, Comércio, Serviços e Turismo (CAINCO), Santa Cruz, Bolívia, cujo objetivo é promover o desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas em toda a América Latina.

 

Fonte: Facisc

Palestra aborda a inovação na gestão pública

Na noite de sexta-feira, 17, ocorreu na Câmara de Vereadores palestra sobre a Inovação na Gestão Pública. O evento organizado pela Prefeitura de Rio Negrinho contou com Marcelo Fett e Italo Vinicius Coelho de Amorim como palestrantes, que abordaram formas de otimizar o serviço público utilizando ferramentas de inovação no processo.

Na abertura, o prefeito Julio Ronconi falou da necessidade de se buscar ferramentas que melhorem o trabalho da administração pública, ao mesmo tempo em que reduzam gastos e otimizem o tempo. “As empresas privadas já estão seguindo por este caminho, as gestões públicas precisam fazer o mesmo. É necessário inovar, se fazer mais com menos. E o caminho é através da inovação e da tecnologia”, ressaltou ele.

A inovação é o caminho que muitas empresas têm trilhado na busca por permanecerem competitivas no mercado. Os processos têm sido repensados, os modelos de negócios e estruturas organizacionais recriadas, tudo isso com o auxílio de muita informação e novas tecnologias. E neste aspecto, o governo também precisa se reinventar, conforme defende o prefeito Julio Ronconi. “Hoje o mundo atual exige que se reinventamos a todo instante. É necessário otimizar os processos e reduzir custos, e a tecnologia e a inovação são fundamentais para este processo também no serviço público”, ressalta ele.  O evento teve organização da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, e contou com apoio da Acirne e da empresa 3 Irmãos.

Fonte: Prefeitura de Rio Negrinho